Do MVP à primeira cobrança recorrente: ajudamos a decidir o que entra na primeira versão e construímos com a base que um produto de assinatura precisa, para não reescrever tudo quando os clientes chegarem.
- 15 anos desenvolvendo software
- Atendimento remoto em todo o Brasil
- CNPJ 36.396.558/0001-85
O primeiro SaaS quase sempre erra no mesmo ponto: construir demais antes de ter cliente.
Produto digital tem duas armadilhas opostas. A primeira é construir demais: um ano de desenvolvimento antes do primeiro cliente, com funcionalidades que ninguém pediu. A segunda é construir de menos: um MVP montado às pressas, que funciona na demonstração e trava quando os clientes chegam.
O caminho do meio é um MVP pequeno em funcionalidade e sólido na base. A primeira versão resolve bem uma tarefa, e por baixo já existe o que todo SaaS precisa: contas separadas por cliente, cobrança recorrente, painel para operar e métricas para decidir o próximo passo.
Como trabalhamos com produto
- Antes do código: quem é o cliente, qual tarefa ele paga para resolver e como vamos saber se funcionou.
- Primeira versão: só o que prova o valor, com a base técnica pronta para crescer.
- Depois do lançamento: prioridades guiadas por uso real, não por lista de desejos.
Se a resposta honesta for que a ideia precisa de validação antes de virar software, você vai ouvir isso de nós.
Sinais de que a ideia está pronta para virar produto, ou ainda não
Produto digital é aposta. O nosso trabalho é diminuir o tamanho da aposta antes de escrever a primeira linha.
O que costuma acontecer
“Tenho a lista de funcionalidades, mas não sei o que cortar da primeira versão.”
O que muda
Escopo de MVP desenhado em volta de uma tarefa que o cliente pagaria para resolver, com o resto em fila e justificado.
O que costuma acontecer
“Já vendo isso como serviço, de forma manual, para alguns clientes.”
O que muda
Ótimo sinal: o processo validado vira produto, e os clientes atuais são os primeiros usuários.
O que costuma acontecer
“Contratei um MVP, ele funcionou, e agora cada mudança quebra outra coisa.”
O que muda
Revisão de arquitetura e testes, evoluindo o produto em etapas em vez de recomeçar do zero.
O que costuma acontecer
“Cada cliente novo exige uma cópia do sistema.”
O que muda
Arquitetura multiempresa, com dados separados por cliente e uma única base de código para manter.
- Reconheceu a sua operação em algum desses?Conte como funciona hoje
É a parte invisível que separa um protótipo de um produto que cobra todo mês.
Contas e multiempresa
Cadastro, convite de equipe, perfis de acesso e dados isolados por cliente.
Assinaturas e cobrança
Planos, período de teste, cobrança recorrente por cartão, boleto ou Pix e régua de inadimplência.
Painel administrativo
Visão de clientes, planos, uso e suporte, para operar o produto sem mexer no banco de dados.
Onboarding
Primeiros passos guiados, dados de exemplo e e-mails que levam o usuário até o primeiro resultado.
API e integrações
Para o produto conversar com as ferramentas que os seus clientes já usam.
Métricas de produto
Ativação, uso por funcionalidade, cancelamento e receita recorrente, medidos desde o lançamento.
Da descoberta à evolução contínua.
Um processo objetivo, visível e colaborativo. Você entende o que está sendo decidido, por quê e qual impacto esperar.
Descoberta
Mapeamos objetivos, usuários, processos e riscos.
Estratégia
Definimos por escrito o escopo, a arquitetura e o plano de entregas, e montamos o time certo para executar.
Construção
Desenvolvemos em ciclos curtos, com entregas que você testa.
Implantação
Colocamos no ar com segurança, treinamento e documentação.
Evolução
Acompanhamos o uso e ajustamos as prioridades para o sistema continuar útil.
- Escopo claro
- Entregas frequentes
- Qualidade técnica
- Progresso visível

FAQ
Antes de começar, vale esclarecer.
Quanto tempo leva para lançar um MVP?
Depende do escopo da primeira versão, e é exatamente isso que ajudamos a cortar. O prazo sai por escrito na proposta, com entregas que você testa ao longo do caminho.
O código fica comigo?
Fica. Repositório, banco e contas de infraestrutura ficam em nome da sua empresa desde o início, o que também conta a favor numa rodada de investimento ou na venda do produto.
Vocês fazem o produto inteiro ou só a parte técnica?
A liderança é técnica, mas o trabalho começa no produto: escopo, prioridades e métricas. Design e outras especialidades entram com parceiros, conforme o projeto.
Dá para aproveitar um MVP que outra equipe começou?
Dá, depois de um diagnóstico do código. Mantemos o que está sólido, cobrimos com testes o que é crítico e refazemos só o necessário.
Quanto custa desenvolver um SaaS?
Depende do escopo do MVP e das integrações. Depois da primeira conversa você recebe uma proposta por escrito com escopo, etapas e investimento.
Vamos tirar isso do papel
Conte como funciona hoje, o que está travando e o que seria um bom resultado. Você fala direto com o engenheiro que vai liderar o projeto.
A primeira conversa já é trabalho.
Você sai com uma leitura honesta do problema, os riscos que enxergamos e um caminho sugerido, e vê sistemas parecidos que já construímos. Retorno em até um dia útil.
Conversar sobre o projeto oi@sitesobmedida.com.br
